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QUANDO A DECOLONIALIDADE OCUPA A ACADEMIDA DE FORMA AUTÔNOMA...TRÊS BANCAS DE MESTRADOS (PPGER/UFSB) DEFENDIDAS EM TRÊS DIAS SEGUIDOS E ORIENTADAS POR CASÉ ANGATU

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Por Casé Angatu Segunda (14/02/2022), terça (15/02/2022) e quarta (16/02/2022) desta semana que passou ocorreu em cada um desses três dias uma Banca de Defesa de Dissertação de Mestrado de três mulheres que tive (Casé Angatu) a honra de orientar junto ao Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais – Campus Jorge Amado de Itabuna/Ilhéus (PPGER/UFSB/CJA). Três Dissertações tendo como tema e causa os Tupinambá de Olivença (Ilhéu/BA). Três demonstrações da prática decolonial e atunomista. Sabe porque? Leia o texto que segue QUANDO A DECOLONILIADE OCUPA A ACADEMIDA DE FORMA AUTONOMA...ELA LUTA E RAMEA CONOSCO !   Imagem Capa HQ que faz parte da Dissertação de Mestrado de Liliane Figueiredo Viana sobre o Manejo Tupinambá de Olivença da Pïa'sawa I sto mesmo, foram três bancas sequênciais cujas temáticas/militância giravam sempre entorno do Povo Tupinambá de Olivença (Ilhéus Bahia), tratando: do manejo da pïa’sawa (piaçava), do direito/criminalização indígena e da e...

ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO!? MAS, PIRATININGA JÁ NÃO EXISTIA ANTES – Por Casé Angatu

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  Por uma outra História Decolonial da Cidade de São Paulo como também Indígena, Negra, Nordestina, Migrante, Imigrante, Refugiada, de muitas Lutas de Resistências & (Re)Existências Populares!                                                                                                 Por Casé Angatu .   Este ano (2022) completam 24 anos do lançamento da primeira edição do meu Livro “Nem Tudo Era Italiano: São Paulo e Pobreza na Virada do Século (1889-195)”. Da mesma forma, são mais de duas décadas que também ofereço um Curso lançando outros olhares decoloniais sobre a história da Cidade a partir da presença indígena em sua passada/atual formação, falando das periferias, das camadas populares, negras, nordestinas, resistências e...